João Ernesto Pardal


O que eu mais gosto é de colecionar histórias.


Em 1995, duma forja de terra e fogo, fui moldado a ambiguidade e ambivalência pra me tornar ave que pensa e age matemática, mas sente e vive poesia. Nascido em Marte e adotado por São Paulo/SP, é no planeta azul que faço ninho – apesar de passar mais tempo voando pelo Espaço.

Oficialmente, sou astronauta recusado pela Роскосмос, mas ganho a vida como escritor de boteco, filósofo de sofá, humorista de internet e puta de tecnologia – o tech whore sem dinheiro.

À primeira vista, pareço um livro feio de capa dura e folhas frágeis com linguagem metafórica e conteúdo enigmático. Mas, no fim das contas e das linhas, abraço tudo o que me faz sorrir.